Como usar WhatsApp para crescer em Angola sem cair em golpes
Ana acorda às 6h30 em Luanda, o celular já vibrando com mensagens de clientes no WhatsApp. Três pedidos de sabonetes artesanais, duas dúvidas sobre o óleo de marula, uma reclamação de entrega atrasada no Cazenga. Ela respira fundo, abre o app e vê o ícone verde piscando: 47 mensagens não lidas. É assim todo dia. Ela ama o que faz — misturar óleos, criar texturas, embalar com carinho — mas a parte de “gerenciar o WhatsApp” virou um segundo emprego não remunerado. ...